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“Encho minhas fotos de formas flutuantes com feixes luminosos,
sob águas, crepúsculos infinitos e negros eclipses;
às vezes descubro coisas que já existiam, mas que
tinham passado desapercebidas ao meu olhar, outras, adianto-me
em fazer o desconhecido, mas cuja existência me consta.
Mais de uma vez tive a surpresa de encontrar na natureza cópias
fidelíssimas em minhas fotos, coisa que não teria
explicação, não houvesse um pouco de inspiração
divina na arte fotográfica.” ( Zalmir
Gonçalves)
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